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sábado, 22 de setembro de 2012

GRES Unidos da Ponte - E eles verão a Deus - 1983


Olha a Ponte aí!
Em seu primeiro ano no primeiro grupo do carnaval a Escola Meritiense acertou em cheio com este lindo samba.
"A imagem do amor";"A verdade da vida"

Bandeira


Você sabia:
Carmelita Brasil foi a primeira mulher a presidir uma Escola de Samba no Rio de Janeiro, ela ficou de 1959 a 1979 no comando da Unidos da Ponte.

Intérprete na Avenida: Grillo
Carnavalesco: Geraldo Cavalcanti
Colocação: 11º Lugar

Enredo: E eles verão a Deus
Ano: 1983
Autores: Mazinho, Ambrósio e Renatinho


Letra:

Hoje a natureza canta
A musa se encanta
E vem pra festejar
E vem sorrir que a vida é bela
Nas cores do seu despertar
E um alguém que sorriu pra ela
Bordou a paz e foi feliz
E viu o mundo assim
Uma aquarela

Oh... divina inspiração
Que iluminou a imaginação
Dos que eternizaram
Momentos de grande valor
A imagem do amor
A verdade da vida

Dança meu povo
Que a arte coloriu a sedução
Surgem da tela os personagens
Na força de uma nova dimensão

Murmura o mar
Responde o ar
Gargalha o dia
O criador e a obra
Viajam ao irreal da fantasia

Eles verão...

E eles verão a Deus
Nos sonhos que fizeram o seu sonhar
E eles verão a Deus
Razão de todo o seu imaginar


Abaixo o samba na voz de Grillo

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

GRES Mocidade Independente de Padre Miguel - Como era verde o meu Xingu - 1983

Neste ano a Escola faturou 2 Estandartes de Ouro, Enredo e Comunicação com o Público.O Enredo falava da cobiça do homem branco pelo Xingu, que foi a primeira terra indígena homologada pelo governo federal em 1961.
"Deixe nossa mata sempre verde
Deixe o nosso índio ter seu chão"

Você sabia:
O Grande Mestre de bateria da história da Mocidade foi Mestre André, que era técnico do time de futebol que deu origem a Escola de Samba. O nome do time era Independente Futebol Clube.
Mestre André foi o primeiro Diretor de bateria da Escola

Intérprete na Avenida: Ney Vianna
Carnavalesco: Fernando Pinto
Colocação: 6º Lugar

Enredo: Como era verde o meu Xingu
Ano: 1983
Autores: Dico da Viola, Paulinho Mocidade, Tiãozinho da Mocidade, Adil.


Letra:

Emoldurado em poesias
Como era verde o meu Xingu
Sua fauna, que beleza
Onde encantava o Uirapuru

Palmeiras, carnaúbas seringais
Cerrados, florestas e matagais

Oh, sublime natureza
Abençoada pelo nosso criador
Quando o verde era mais verde
E o índio era o senhor

Kaiamurá, kalapalo e kajurú
Cantavam os deuses livres do verde Xingu

Oh Morena
Morada do sol e da lua
Oh morena
O Paraíso onde a vida continua

Quando o homem branco aqui chegou
Trazendo a cruel destruição
A felicidade sucumbiu
Em nome da civilização
Mas mãe natureza
Revoltada com a invasão
Os seus camaleões guerreiros
Com seus raios justiceiros
Os caraíbas expulsarão

Deixe nossa mata sempre verde
Deixe o nosso índio ter seu chão

Abaixo o samba na voz de Paulinho Mocidade

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

GRES Beija-Flor - A grande constelação das estrelas negras - 1983

"Olha a Beija-Flor aí gente!"
O negro que é arte, é cultura - Grande homenagem.
A letra pode não ser uma maravilha mas este samba funcionou muito bem na avenida na voz de Neguinho da Beija-Flor, o ritmo é muito bom.
Pinah a cinderela negra que aparece na letra é uma destaque da Escola, que ficou conhecida quando desfilou para o Príncipe Charles no Carnaval de 1978.
Chora Cavaco!

Você sabia:
O nome da Escola foi inspirado no Rancho Beija-Flor, que existia na cidade de Valença, na região serrana do Rio.


Intérprete na Avenida: Neguinho da Beija-Flor
Carnavalesco: Joãosinho Trinta
Colocação: 1º Lugar
Enredo: A grande constelação das estrelas negras
Ano: 1983
Autores: Neguinho da Beija-Flor e Nêgo


Letra: 

A constelação
Das estrelas negras que reluz
Clementina de Jesus
Eleva o seu cantar feliz
À Ganga-Zumba
Que lutou e foi raiz
O negro que é arte, é cultura
É desenvoltura deste meu país
Eh Luana, o trono de França será seu baiana
Pinah, ê ê ê, Pinah
A Cinderela negra
Que ao príncipe encantou
No carnaval com o seu esplendor

Grande Otelo, homem show
Tem talento, dá olé

E o mundo inteiro gritou gol (é gol!)
Gol do grande Rei Pelé

Ô ô Yaôs, quanto amor
Quanto amor
As pretas velhas Yaôs
Vêm cantando em seu louvor



Abaixo o samba na voz de Neguinho da Beija-Flor

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

GRES Estação Primeira de Mangueira - Verde Que Te Quero Rosa... Semente Viva do Samba - 1983

Uma das escolas de samba mais antiga e tradicional do Rio e madrinha do meu Salgueiro, veio em 1983 com este belissímo samba, "Mangueira é - Um canto de fé" era o refrão nota 10. Mangueira de Cartola que foi quem escolheu as cores verde e rosa.
Ficou em 5º lugar no desfile e ganhou o estandarte de ouro de melhor ala (dos Duques).
Intérprete: Jamelão
Carnavalesco: Max Lopes

Enredo: Verde Que Te Quero Rosa... Semente Viva do Samba
Ano: 1983
Autores: Heraldo Farias, Geraldo das Neves e Flavinho Machado


Letra:

Amor vem agora
Ver o esplendor do luar
A noite é linda senhora
Que o poeta vai acordar
Desperta cartola
Vem pra avenida
Se a mangueira é uma porta aberta
Você é a razão da sua vida
Você plantou viu germinar

E a semente cresceu formosa
Deu mangueira verde de manga rosa

Seus frutos de alegria e tristeza
Afagaram o pranto
Acendendo a chama da beleza
Seu nome é poesia
Nasceu da primeira estação
As suas pastoras estrelas de um novo dia
É força é raça é coração

Cantar cantar brincar brincar
Deixa a brisa da euforia nos levar

Para reviver de novo
Tradições do Rio antigo 
Monteiro Lobato, samba festa de um povo
Lendas do Abaeté

Mangueira é 
Um canto de fé
E leva o samba na poeira e no pé

Abaixo o samba na voz de Flavinho Machado